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Novembro 24 2009

 

 
  • Porquê a 24 de Novembro?
 
Não é possível falar deste dia sem recordar Rómulo de Carvalho, porque o Dia Nacional da Cultura Científica, 24 de Novembro, foi adoptado em 1997 para comemorar em Portugal, o dia do seu nascimento e divulgar o seu trabalho na promoção da Cultura Científica e no ensino da ciência.
 
  
 
  • Quem foi Rómulo de Carvalho?
 
            Rómulo de Carvalho foi um grande, se não o maior, divulgador da Ciência até aos dias de hoje.
            Filho de pais algarvios nasceu, em Lisboa, a 24 de Novembro de 1906 e faleceu a 19 de Fevereiro de 1997.
            O seu percurso estudantil foi excelente:
           … Fez a instrução primária em Lisboa.
           … De 1917 a 1925 estudou no liceu Gil Vicente.
           … Em 1925 matriculou-se no Curso Preparatório de Engenharia Militar da Faculdade de Ciências.
     … Seguidamente, em 1928, matriculou-se na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto no curso de Ciências Físico-Químicas, que concluiu em1931.                               
 
      Rómulo de Carvalho herdou de sua mãe a paixão pela literatura e teve a oportunidade de contactar com poetas como  Eça de Queirós, Camilo Castelo Branco e Cesário Verde, entre outros. Aos 5 anos escreveu os seus primeiros poemas.
           A par desta inclinação inevitável para as “letras” apercebeu-se que outra paixão se ia intensificando nele e despertando um novo interesse: as “ciências”. E afinal foi mesmo esta, a área escolhida para a sua vida.
          
           Rómulo de Carvalho, de nome completo Rómulo Vasco da Gama de Carvalho, foi de facto um ilustre professor de Química e de Física e, simultaneamente, um poeta que nunca mais será esquecido, conhecido pelo seu pseudónimo António Gedeão.
 
           Em 1934 iniciou a actividade docente no Liceu Camões, em Lisboa, continuando mais tarde a leccionar em Coimbra no Liceu D.João III e, a partir de 1958, de novo em Lisboa, agora no Liceu Pedro Nunes e como Professor Metodólogo.
           Foi professor, pedagogo, autor de manuais escolares, historiador da ciência e da educação, divulgador científico.
 
           A sua dedicação árdua e profunda ao estudo e desenvolvimento da ciência, assim como à sua divulgação foi uma constante durante toda a sua vida nunca parando de trabalhar até ao fim dos seus dias. Sabe-se que deixou trabalhos concluídos mas por publicar.
 
           Apesar da sua intensa actividade científica nunca esqueceu a arte das palavras.
 
 
           Continuou sempre a escrever poesia mas só em 1956, tinha Rómulo 50 anos, publicou o seu 1º livro de poemas “ Movimento Perpétuo”e assinado por António Gedeão. O livro foi muito bem aceite pela crítica e Gedeão continuou a escrever.
Nos seus poemas dá-se uma simbiose perfeita entre a ciência e a poesia, a vida e o sonho, a lucidez e a esperança.
           Poeta, autor de “Pedra Filosofal”, em toda a sua poesia misturou a beleza e a simplicidade das palavras com a ciência das coisas simples.
 
 
          
  • A Cultura Científica e o Ambiente
 
           Todos estamos de acordo que o mundo contemporâneo é um mundo profundamente transformado de modo irreversível pelo impacto das ciências e tecnologias.
          
           Sendo a cultura um conjunto de costumes, práticas e comportamentos que são adquiridos e transmitidos socialmente de geração em geração, um conjunto de conhecimentos relativos a um ou vários domínios científicos, a uma ou mais áreas do saber, então Cultura Científica é esse conjunto de comportamentos que, com base na realização de testes e experiências, tem a objectividade, a precisão e o rigor próprios das ciências.  
          
          Actualmente a cultura científica está interligada a praticamente todos os domínios da vida social, tais como o do ambiente, da educação e da qualidade de vida
 
 
6º A cultura científica pode ajudar o nosso Planeta!
 
    
 Já que o ambiente é o meio físico, social ou moral em que se vive sendo que é o conjunto das condições físicas, químicas e biológicas susceptíveis de agir sobre uma determinada população animal, vegetal ou humana e sabendo que os ecologistas alertam para a necessidade de proteger e preservar o ambiente insistentemente chamando a atenção para a contaminação e degradação que se verifica pelo excesso de matérias tóxicas, detritos, ruídos, enfim… substâncias poluidoras, então a divulgação da cultura científica é urgente.
 
           Lembremo-nos que a civilização ocidental mudou por completo com a invenção da imprensa por Gutenberg em 1454. Antes desta invenção os livros eram manuscritos e se eram impressos eram em número muito reduzido, permitindo assim que a difusão de ideias fosse controlada. Com a imprensa esse controlo diminuiu ou praticamente desapareceu.
        
            Note-se que a Internet e o aparecimento de ferramentas simples para a criação de blogs pode ter, a longo prazo, um efeito comparável ao da invenção da imprensa.
 
           
 
            Sonhemos com um ambiente saudável e com a salvação do Planeta!
 
            Sonhemos como Rómulo de Carvalho/António Gedeão…
 
           Eles não sabem nem sonham
           Que o sonho comanda a vida
           E que sempre que o homem sonha
           O mundo pula e avança
           Como bola colorida
           Entre as mãos de uma criança
 
                                                                       Pedra Filosofal
         
 

Novembro 20 2009

 

O primeiro selinho do meu blog foi oferecido pela Be. 
 
As regras deste selo são:
·         Postar o link de quem o indicou;
·         Postar o Selo;
·         Responder às Perguntas;
·         Passar o selo a 5 ou 8 blogs perfeitinhos
 
E seguem as perguntas:
 
·         Pecado Capital: perder a paciência quando acho que não me estão a respeitar.
·         Melhor cheiro do Mundo: após o banho e um perfume que goste muito.
·         Se o dinheiro não fosse problema: ajudava todos os que precisam e para mim  
        vestia-me em grande e perfumada, claro!
·             História de infância: quando era bebé gatinhava por cima dos móveis (quando
        ninguém estava a ver, claro). Nunca caí!
·         Habilidade como dona de casa: todas as necessárias.
·         O que não gosto de fazer em casa: ir atender o telefone.
·         Frase preferida: Estás mesmo bem. Uau!!!
·         Passeio para o corpo: na rua calmamente sem qualquer tipo de pressa.
·         Passeio para a alma: um bom filme, sem violência!
·         O que mais me irrita: Desarrumação!!! Põe-me fora de mim!!!
·         Frases ou palavras que uso muito: “Quando for grande quero ter… ou ser ou fazer…
·         Palavrão mais usado: Bolas! E mais nenhum que mereça destaque.
·         Vou aos arames quando: não consigo fazer o que tinha planeado.
·         Talento oculto: fazer muitas coisas ao mesmo tempo.
·         Não importa que seja moda, eu não usaria nunca: botas à cowboy.
·         Queria ter nascido a saber: fazer tudo e bem!
 
         E ofereço o selinho a:
 
 
publicado por PianistAzul às 16:43
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Novembro 16 2009

 

 

17 de Novembro                                                                    Dia do Não Fumador
 
                                     Este assunto complicado                                                 
 
 
Cá estamos mais uma vez!
 
Trata-se de um assunto que irrita muitos e de variadas razões: uns porque não fumam, nunca fumaram e não vão fumar nunca, outros porque o fazem consequência do seu passado, outros porque gostariam de o não fazer, já tentaram e voltaram ao mesmo.
Afinal é por irritar todos que se torna um assunto delicado e, mesmo muito complicado.
Agora, e desculpem-me o à vontade, apetece-me dizer: “Somos uns parvos!” Os que fumam claro!
 
Na realidade, se disser a um fumador que o tabaco o está a matar a primeira coisa que ele vai fazer é acender um cigarro. Se lhe disser que está a prejudicar o ambiente, pode não dizer, mas pensa “Que se lixe”…
 
Li algures que “um cigarro aceso na orelha tem um aspecto ridículo, mas ainda é mais ridículo inspirar alcatrão cancerígeno para os pulmões”. Pois bem e digo eu agora, o ridículo e estúpido que é andar a comprar algo que só serve para queimar, poluir o ambiente e gastar dinheiro. Porque o “money” que tenho gasto em cigarros poderia ter sido gasto para mim e não contra mim: perdoem-me agora o meu egoísmo, mas sobre este assunto “vale tudo”.
 
E já que vocês vão continuar a fumar, brrr, então não comprem isqueiros porque tanto a caixa de plástico como o combustível de butano são produtos feitos a partir do petróleo
e sendo a maior parte dos isqueiros descartável, pelo que me consta, todos os anos mais de 1,5 mil milhões acabam em aterros ou incineradoras. Então vamos preferir os fósforos mas os que são vendidos em carteiras de papelão uma vez que são feitos a partir de papel reciclado, porque os de madeira provêm de árvores.                          
 
Caso não saibam, se os cigarros que são fumados todos os dias, no mundo inteiro, fossem acendidos com fósforos de papelão em vez de fósforos de madeira, podiam ser salvas por ano 5,5 milhões de árvores. Repito: 5,5 milhões de árvores. Nem queremos acreditar, pois não? Tanta preocupação com o nosso Planeta, mas depois é isto!
 
E o cheiro do fumo do cigarro? É horrível não é? Mas mesmo assim fumamos e esquecemo-nos do cheirinho fantástico de certas águas de colónia e perfumes que existem por aí à venda. Eu até ando a comprar os perfumes de colecção que saem às 3ªs feiras, de 15 em 15 dias… Porque afinal prefiro gastar o dinheiro nisso e conhecer novos perfumes do que gastar em cigarros mal cheirosos!
 
E há mais…
 
Sabe-se que, o consumo actual excessivo conduz a um aumento de resíduos que acumulados dão origem à degradação do meio ambiente e põem em risco a saúde de todos e que a contaminação provocada pelos resíduos na água, na terra e no ar levam à contaminação de todo o ecossistema rompendo o seu equilíbrio.
 
Então, sendo assim e com a finalidade de preservar a Natureza, deitemos fora os resíduos correctamente e vivamos também nós num ambiente saudável e limpo, tanto quanto possível, tomando consciência dos perigos da poluição.
 
Sabe que uma das grandes fontes de lixo são as beatas dos cigarros? Pois são deitadas fora mais de 2 mil milhões de beatas pelo mundo e até acredito, porque desde que passou a ser proibido fumar dentro de certos locais, podemos observar amontoados concentrados de beatas à porta e nas imediações dos mesmos.
 
 
 
Conheço este poema e não sei quem o escreveu, mas quero partilhá-lo convosco.
 
                          
                            Entrou-me pela janela
                            Uma nuvem empoeirada
                            Entrou-me sorrateira
                            Deixando-me indignada.
                            Seria pó de verdade
                            Foi o que pensei primeiro
                            Depois, quando tossi,
                            percebi:
                            Era alguém com um cigarro
                            à procura de um cinzeiro.
 
 
 
5º Bem hajam os não fumadores!
 
Porque sabem que a nicotina mata mais de 120 mil pessoas por ano e 2,5 milhões por ano em todo o mundo e já matou mais pessoas neste planeta que todas as guerras da história em conjunto!
 
 
Porque sabem que as plantas, graças à fotossíntese, tornam possível a vida de todos os seres vivos, incluindo o Homem, e por isso é urgente preservar a Natureza!
 
 
Porque sabem que são uns “sortudos” pela saúde, energia, dinheiro, confiança, paz de espírito, coragem, liberdade, tranquilidade e respeito próprio que por isso usufruem!
 
 
 
Porque se sentem bem e orgulhosos de serem não fumadores e para o resto das vossas vidas!!!
 
 
E……………………………………………………………   MUITOS PARABÉNS!!!
publicado por PianistAzul às 21:00

Novembro 10 2009

 
  • Mas quem foi S. Martinho?
 
      Martinho nasceu a 316 d.C., na Panónia (região da actual Hungria). Filho de soldado romano, foi obrigado a ir para o exército onde praticou o ideal cristão da humanidade e generosidade.
      Conta a lenda que, num dia frio de Novembro, no ano 337 d.C., Martinho, soldado romano, ia a cavalo em França quando começou uma grande tempestade. Viu, entretanto, um homem pobre com um “ar” muito miserável, só e quase nu que lhe pediu esmola. Mas S. Martinho não tinha moedas e então com a espada cortou ao meio a sua capa entregando-a ao mendigo para se agasalhar, provocando, com esta atitude de solidariedade, risos aos seus companheiros de armas por ter ficado com a sua capa rasgada.
      Segundo a lenda, a chuva parou imediatamente e raios de sol apareceram por entre as nuvens. A lenda acrescenta que no dia seguinte Martinho teve uma visão e ouviu uma voz que lhe disse: “Cada vez que fizeres o bem ao mais desprotegido é a mim que o fazes”. A partir desse dia Martinho passou a olhar para os cristãos doutro modo.
      No ano de 397 Martinho morre em Candes perto de Tours. E no dia 11 de Novembro do mesmo ano é enterrado com pompa e circunstância na cidade de Tours onde fora Bispo durante mais de um quarto de século.
 
 
 
  • Dia de S.Martinho.                                                                                                        
 
      E todos os anos se comemora a 11 de Novembro o Dia de S. Martinho.
E “manda” a tradição que se festeje com castanhas, água-pé e jeropiga ou abafado.
 
 
 
  • Castanhas
 
A castanha é na realidade uma semente que surge no interior de um ouriço 
(fruto do castanheiro) e que pelas suas características permite imensas possibilidades de uso na alimentação. Lá vai o tempo em que substituíam o pão ou as batatas por serem um nutritivo complemento alimentar, mas actualmente são um belo “pitéu” e motivo para juntar amigos e familiares à volta da mesa confraternizando e aliviando as amarguras da vida, num conforto humano por vezes esquecido pela azáfama da vida. Ou por nós? Vale a pena pensar…
       Pensa-se que seja oriunda da Ásia Menor, mas seja lá de onde for, tem uma importância inquestionável na gastronomia. Assadas, cozidas, fritas, piladas ou estufadas dá para todos os gostos. E assadas com um bom pedaço de lombo de porco? É de comer e chorar por mais. UAU!
 
 
  • Castanheiros
 
O castanheiro é uma árvore grande, de folha caduca que pode atingir mais de
1000 anos de idade. A partir do mês de Março os castanheiros ficam cheios de folhas verdes e mais tarde aparecem os ouriços dos quais as suas sementes, as castanhas, são cuidadosamente retiradas. 
            Existindo há cerca de 40 milhões de anos tem sido uma árvore de extrema utilidade da qual o Homem se alimenta com os seus saborosos frutos, se delicia com os seus chás e realiza arte e proporciona conforto com a sua madeira nobre, de excelente qualidade.
 
 
  • Os castanheiros e o Ambiente
.
     Os problemas ambientais são uma triste realidade, porque são mais que muitos.
Quando falamos em distúrbio ambiental ou em oxigénio com demasiadas misturas tóxicas, esquecemo-nos de muitas coisas, entre elas que o castanheiro com aquele porte muito próprio e com aquele aspecto gigantesco, pode contribuir ”em grandes proporções” para ajudar o nosso Planeta, purificando o oxigénio diário necessário a várias famílias.
 
 
4º Se assim é, porque não aumentar o cultivo dos castanheiros nas zonas apropriadas?
 
 
Não seria um meio de ajudar o nosso querido Planeta? Parece-me bem que sim!
 
 

Novembro 07 2009

 

Não há dúvida que actualmente se pode fazer pelo ambiente aquilo que não era possível em gerações anteriores. Podemos fazer se quisermos e se tentarmos… Viver num ambiente saudável inclui não só o exterior à nossa casa mas também o seu interior.
 
Vivemos num ambiente saudável em nossas casas? Estamos rodeados só de coisas boas que nos dão prazer, calma, tranquilidade e disponibilidade mental para enfrentar o dia-a-dia? Pois, bem me parecia que a trapalhada não ajuda mesmo nada. E não me venham falar do stress, pois é em grande parte provocado por essa mesma trapalhada
 
E pensemos…
 
O que temos nos nossos armários e gavetas e não usamos, ou porque não queremos ou porque está velho ou um pouco estragado ou porque simplesmente “está fora de questão”, só ocupa espaço, enche-nos a cabeça e proporciona um ambiente desagradável. Vamo-nos então livrar dessa trapalhada.
 
 
3º Livremo-nos da trapalhada e ajudemo-nos uns aos outros.
 
    Ora bem, mãos à obra!
 
    Se abrirmos uma gaveta encontramos papéis e outras coisas que já nos foram úteis, mas que agora não nos servem para nada.
    Se abrirmos um roupeiro vamo-nos deparar com roupas que já não usamos “nem que o rei faça anos”, porque afinal os anos vão passando e os nossos gostos vão mudando assim como as nossas medidas.
    Se abrirmos um armário vamos encontrar um prato, uma chávena ou outro utensílio que tem um pedacinho partido e não tivemos na altura coragem para deitar fora, mas que, na realidade, nem usamos agora nem nunca vamos utilizar.
 
    Então porque guardamos toda esta tralha? É porque gostamos dos espaços cheios “de nada”? E depois queixamo-nos da falta de espaço? Algo está errado, e somos nós!!!
 
    Como conheço e uso quase diariamente,  os contentores que constituem os ecopontos vulgarmente designados por papelão (cor azul), embalão (cor amarela) e vidrão (cor verde), já para não falar agora do oleão, do pilhão e do rolhinhas e como sei ainda da existência de locais onde recebem roupa, com agradecimento, para entregar a instituições necessitadas, não vou ficar de “braços cruzados”. Ai não vou, não!!!
 
    E vamos a isto e deixar de viver em trapalhada!
 
  • Vasculhando armários e gavetas tudo o que é papel e não necessito levo para o papelão (azul).
  • E também tudo o que é plástico e embalagem transporto para o embalão (amarelo).
  • Se há vidro, que certamente é a parte mais simples, devido à menor quantidade, segue para o vidrão (verde).
  • Relativamente a roupas que já não me interessam, o melhor é começar já a fazer uma selecção, a empacotar e a arrumar num sítio da casa onde não incomode ninguém, porque o Natal e o frio aproximam-se e é uma boa altura para tratar desta parte.
 
Estou deste modo não só a cuidar do ambiente, o de minha casa e o exterior, porque faço uma limpeza de coisas inúteis, reciclo e ajudo pessoas carenciadas.
 
Tanta coisa que se pode fazer quando se decide ter uma atitude benéfica para todos…
 
Deste modo, pensemos no bem que fazemos a nós, aos outros e claro, ao nosso Planeta!
 
E o melhor é que a trapalhada vai-nos virar as costas, deixar as nossas vidas e aí somos nós a rirmo-nos dela. Bem feito!
 

Vamos a isto?

publicado por PianistAzul às 15:16

Novembro 03 2009

 Sabia que o Dia Nacional da Água é o dia 1 de Outubro?

 
E o que fazemos? Ou melhor, o que faço eu em honra deste bem tão precioso?
E penso…
E se acabasse a água?
Então lembro-me da fúria e irritação que sinto quando abro a torneira e não sai água: é desesperante. E um dia sem água? E dois dias sem água? E três dias sem água? Eu sei, porque já passei por isso e tenho a dizer que é mesmo MAU!!!
 
Não há lixívia que chegue para limparmos e lavarmos o que devia de ser feito com água… E não há como podermos tomar banho, cozinhar, lavar a loiça, lavar a roupa, regar as nossas plantas, tratar dos espaços verdes, apagar os incêndios… e nunca mais acabaria de enumerar para que precisamos da água. E nos hospitais como seria? Nem quero pensar…
 
Vamos ter cuidado com a água que desperdiçamos?
     O que fazer? Como fazer?
Diminuir o tempo do duche diário? Ter cuidado no uso das nossas máquinas de roupa e de loiça? Fechar sempre a torneira quando possível, como, por exemplo, na toma do duche diário, na lavagem dos dentes e noutras situações em que nem pensamos mas durante as quais até podemos reduzir um pouco o consumo de água?
É muito pouco! Mas com persistência e imaginação arranjaremos modo de resolver este problema.
 
Se um de vós, leitores deste blog, se lembrar de mais atitudes a tomar para este efeito, era bem bom que partilhasse.                                                                                              
 
Porque todos agradecemos!  
 
 E o Planeta é de Todos!

 

publicado por PianistAzul às 14:49
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Outubro 31 2009

 

 

Estou muito preocupada com o "estado" do meio ambiente!!!. Também estará certamente.... E não é para menos…
 
Já reparou na quantidade de sacos de plástico que andam por aí a “voar” e naqueles que vamos encontrando pelo chão? Também já deu conta da quantidade de papel, de roupa e de outros produtos mal aproveitados e estragados que nós conseguimos provocar? E já nem vou falar da quantidade de lixo que não é reciclado, mesmo tendo as pessoas os ecopontos à porta de casa; é que isto dói muito, e não percebo…
 
Pronta a atacar estes problemas proponho que se vá fazendo algo. Pelo menos eu vou! E que bom que era se me sentisse acompanhada.
 
Proponho minimizar o uso dos sacos de plástico.
    Eu estou farta de sacos e saquinhos de plástico: vamos ao supermercado onde compramos algo que colocamos num saquinho de plástico e após o produto ser pesado e pago vai de novo para outro saco de plástico. Se vamos a uma loja de roupa ou acessórios ou papelaria ou retrosaria ou outra loja qualquer, saímos encantados com a nossa compra e, sem pensar, também com o saquinho de plástico.
 
E agora pergunto: para quê tanto saco de plástico?
 
Não seria mais benéfico e até mais estético termos um saco sem ser o habitual saco de plástico, que trouxéssemos dentro da nossa mala para quando necessário?
 
Por exemplo um bonito saco, que pode ser de pano ou de outro material conveniente, feito por nós e apelando à nossa imaginação e criatividade iria fazer inveja a muita gente…
 
 
http://panocru.blogs.sapo.pt
publicado por PianistAzul às 13:34

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